O que há poesia?
És bela, mas sangra; alma em chamas, dores em aquarela. Por que não me espera? Suas palavras são pontas de lança. Seus lábios são a minha prisão, seu abraço, meu cárcere, sua presença é a minha solidão, seu perfume, meu álibi. Diz que está perdida, mas sou seu destinado, seu herói improvável, seu confuso e perdido Maxon. Sou seu homem sonhador, perdido e vazio, vivendo embargado em seu amor. E em quatro noites foram suficientes para eu me perder em você, mas agora não há mais a sua presença, há apenas meu quarto, silêncio e dor.
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