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Matthaus

@devaneioslirico_s · desde 2020

Idealizações cegam o ser.💭 𝙴𝚜𝚌𝚛𝚒𝚝𝚊 𝚎𝚡𝚌𝚎̂𝚗𝚝𝚛𝚒𝚌𝚊 𝚎 de 𝚌𝚘𝚛𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘.

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Somos

Somos instantes, Curtos, Contra-relógio, Imersos em versos monótonos.. Vidas secas Sem chuva Sol Noite Lua Estrelas O silêncio torna-se minha cardeneta..

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Devaneios

Não adiantas chorar.. Resmungar, Sussurrar.. Eles não ouvem... Não enxergam.. A razão foi-se.. E o amor? Por onde andas? Procurei em esquinas, Becos e vielas, No meu quarto.. Não o achei.. Talvez, talvez..

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Paixão

Escoa entre os dedos As músicas, Os pensamentos, E a profundidade das almas inseridas nestes devaneios.. Oh!Quão moribundo é o abstrato do homem! Ora lembra Ora brilha, Ora paga-se. Descrevo-te neste versos. Entretanto, Por obséquio Tu és a idealização perfeita de meu ego.

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Amor

Carol

Conjuro-te a ser meu inefável amor.. Comparo-te a versos amistosos Tua pele morena é uma metáfora para meus devaneios.. Entonação branda da tua voz recorda-me a perfeita paz do paraíso. Destarte, tu balbucias meus pensamentos.. Antes, possuía um longínquo sossego Entretanto, tua presença inócua faz-me delirar Presente momento, Teu abraço, Teu beijo, Ser um assíduo ouvinte de tua voz, É a mais ardente paixão de meu saudoso peito[...]

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O Tempo

Escoa inerente a sua habilidade.. Tempo.. Permeia alma da longevidade. Milésimo, segundos, vidas e primaveras. São apenas números. Uma canção não tocada na existência.. Tempo.. Por obstante, acolhido pelo eu, o Ser busca libertar-se deste enfadonho paradoxo:Tempo. Que por obséquio, me presenteia todos os dias com a vida..[...]

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Viver

Caminhas rente ao precipício, póstumo à vida, vaidades e outras linsojas atribuídas à deterioração do Ser. Enquanto os cosmos se degrinem rente a existência, indago o vaguear dos homens perante está mísera eternidade! Condicionados a sentença perpétua da cobiça, ódio, soberba, somos atribuídos à escória do universo, porém o amor seria a cura para nós? O que somos? Somos meras linhas indevidas e complexas de um escrito mau feito por um poeta feliz[.. Continua..

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Estrela

Imensidade do universo, Dediquei este ínfimo verso. Logo eu, um descrente do romantismo! Pego-me em lonjuras em vagas lembranças de teus sorrisos.. Agora sinto a saudade, Como a poesia mal escrita sente de um café em um fim de tarde.. Deparar-me contigo? Somente em meus sonhos mais longínquos! Enquanto a saudade transcorre em meu peito.. Tu és estrela Sirius, Em minha teimosa "cuca".. Somente brilha o teu sorriso. Júlia, de uma paixão ao infinito[...]

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Saudade

Ao mais íntimo abstrato, À saudade, Mais um poema postulado.. Lágrimas, Sorrisos, Vozes, Lembranças de uma eterna criança Possuidora de um miocárdio abalado[...] Concebo a está vida, A mais amarga saudade, Dita, Escrita, Porém, Esquecida. Inesquecível como uma ferida prestes a não se cicatrizar[...]

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Jülia

Entre as estrelas, Entre os planetas.. Teu sorriso contempla o universo. Quem deras, eu ser teu, por engano Ou por pura lidibriação. Sentir deveras o teu corpo és o meu desejo mais íntimo.. Teus cachos apraz à virtude. Tua boca é uma cachoeira de delicias Saudade não cabe mais neste seio que incendeia a paixão por ti.

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Ninfeta

Lábios que transmutavam a Filosofia. A inocência do vocabulo me excitara Apesar da discrepâncias de primaveras Ela era Alicía, minha donzela.