Serelepe
Da moringa cheia Refrigerada água da quitanda De dona Necy, Silvestre acácia-branca Que sombra dava(...) Batente fogoso Que o corpo cansado apacentava(...) Quase sorria, quase chorava(...) E se o troco eu errava?(...) Mamãe louca gritava(...) E de longe ecoava(...) Era um surto de trovão que Anunciava(...) "O menino tá na peia" Acuda deus do céu De louça E papel Ornai Inglório altar Da mente que repete Cíclicas orações Que esquece Que o arguelhão transpassou O coração e a sorte!
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