Quando os Sinos Dobram?
Sábado Portas abertas, De uma igreja ao sul De porciuncla, Badala Um sino altivo ostentado pela carne Vermelha, embebecida no vinho Azímo, é do azímo pão Que falo Do seio infértil... O que produz se não desvaneios? Delirante mente eloquente.... Há quem cante temas de amor Sorrio e observo, Em meu altar de mármore frio Amor é intelecto nobre Eu só sei de sinos de seus badalos a rítmica, Métrica sonora indifusa... Só sei de letras grandes dos missais romanos Latim e lápide... Mas claustros escuros Já não são minha morada Assobio para invocar meu temores Os ponho a ponta de prova Na derme enrrigecida Pela sentença que se anuncia bruta... Laudes, matinas e vesperas São uma breve bruma leve Dispersada Ao menor sinal de cognição Afastando-me fantasmas milenares Sangrou-me gota à gota Até restar só água em profilaxia perene... Tá tarde, Quem vos fala já está morto Quem vos fala já é outro Na sina de Desvendar Qual cais desfaz o caos...
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