A arte liberta
A arte liberta Liberta o fluxo da melodia inata Porém , coragem é necessária De ser De existir Ouvir a melodia da existência Abraça-la Com todas as notas As batidas caóticas As pausas extendidas As paletas de cores infinitas É preciso ousadia Libertar dos padrões A ânsia por ser algo A obrigação O dever A essência não deve nada É selvagem Bela Livre Assim como nós Como o céu As estrelas O mar E a tempestade Viemos do pó E ao pó retornaremos Viemos da natureza E à natureza retornaremos Não fomos fabricados Não somos destinados Não nascidos de um escritório Ou igreja Nascidos do éter Da energia bruta Etérea E selvagem A natureza inata não tem sentido Ou propósito Por isso somos livres A arte Um veículo Um rito milenar De adoração a liberdade À vida À individualidade Vibrante e pulsante Em cada indivíduo Uma dádiva
Arturo
Adorei teu poema!