Frieza Humana
Madrugadas vem e vão Dias passam e noites florescem Curiosidade ou sadismo? Humilhadas em um chão Pessoas realmente padecem Cada noite me afundo nesse abismo. Humanos sem compaixão Suas vítimas? falecem. Em mim, fragmentos do cinismo. Arranque o coração E seus corpos enrijecem. Em mim, floresce o estoicismo. Sícario em missão Seu ódio, os fornecem. Em mim, sugere-se o niilismo. Ao fim, não sei oque pensar. Sei que a maldade humana existe Afinal, eu a vi de perto. Mas espero me curar. Desse vício, algum dia me liberto.
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