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Victor

@culpa · desde 2025

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O Amor é uma aposta!

A dificuldade de escolher Entre agir ou não agir Se devo ou não te conhecer Me dá vontade de fugir. Sei que o amor é uma aposta Pois ele exige decisão Deixar uma ferida exposta Pode ferir meu coração. Aguardando minha resposta? Ela não vai chegar, perdão. Minha alma está indisposta Eu mancharia tua paixão. Você não merece sofrer Eu eu nao mereço ser amado. Fico triste em te perder Mas, como ser humano ultimamente tenho falhado.

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Amor

Paixão Tímida Recíproca

O invisível amor correspondido No qual ambos demonstram timidez Põe em mesa um futuro perdido Pois faltou-nos avidez. Resultado de minha covardia Não tenho formas de negar Que com aquela linda garota, Um dia eu anseio conversar. De fato eu me iludo fácil Mas sua beleza me encanta Seu venustoso jeito grácil Meu pseudônimo desmancha. Seu cabelo castanho claro Debruçaria-me sobre eles facilmente Alguém como ti, encontrar é raro Não mereço-a, pois, ainda sou displicente. Um dia, talvez, nossos caminhos se cruzem. Mas depende de mim, o controle das cordas que até eles nos conduzem. Mas desde já, peço que de mim nada aguarde. Pois são só versos de um poeta covarde.

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Frieza Humana

Madrugadas vem e vão Dias passam e noites florescem Curiosidade ou sadismo? Humilhadas em um chão Pessoas realmente padecem Cada noite me afundo nesse abismo. Humanos sem compaixão Suas vítimas? falecem. Em mim, fragmentos do cinismo. Arranque o coração E seus corpos enrijecem. Em mim, floresce o estoicismo. Sícario em missão Seu ódio, os fornecem. Em mim, sugere-se o niilismo. Ao fim, não sei oque pensar. Sei que a maldade humana existe Afinal, eu a vi de perto. Mas espero me curar. Desse vício, algum dia me liberto.

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Opção

Dentre elas o suicídio Talvez seja a melhor Um certeiro homicídio Do meu eu interior. Mas não posso reclamar Afinal a Culpa é minha Desse eterno infamar Mostrando a Tênue linha Que parece me amar Mas enquanto a morte vinha Eu me lembro de encarar. Suicídio é amor? Eu retorno a perguntar Ele é um ato de pavor Que acaba de brotar Em alguém com um ardor Impossível de apagar.

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Angústia Particular

Madrugada triste e sombria Após tempos sem pecar Poema como penitência Voltarei a praticar Sobre vício e dependência Retomei-me a arruinar Com minha própria imprudência Agora terei de lidar.

Louco?

Jogado aos pecados, me sinto sujo. Mais uma noite contaminado. Ao amanhecer, fujo enquanto luto. Mas, sou um perdedor predestinado. De fato, acho que nasci pra isso. Fadado a sentir da vida o amargo. Mas... só, espere um pouco. Minha vida composta por eufemismo Está me deixando louco. Me conectando com o cinismo Meu inconsciente ouço. De modo que sinto florescer o egoísmo. Que... para as pessoas ao meu redor Não é nem um pouco justo. Já não ligo mais pra nada. Toda madrugada eu me culpo. Mas, como não ? Se na culpa minha alma faz morada.

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Diário

De uma forma solidária Retorno aos meus versos De poemas usuário Com sentimentos submersos Tristeza majoritária Dos estranhos pensamentos Essa dor tão necessária Que provoca os sentimentos Poesia literária Transformando os sedentos Em pessoas solitárias com auto conhecimento

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Preguiça

O amanhecer despreguiça. Sinto a procrastinação Como areia movediça Me prendendo a esse chão Meu inconsciente cobiça Fortemente meu colchão Meus sonhos arriçados Se tornaram maldição.

Ódio

Com o pior dos sentimentos Aprendemos controlar Os piores xingamentos De um possível bipolar No passado teve vida Dentre os piores momentos Sua Presença indevida Entre os meus pensamentos Mas tentei te tolerar De uma forma nunca vista Acabei a multilar O meu lado pacifista Os perfeitos argumentos De forma minimalista Controlam os desatentos Como fosse um sofista O ódio realista Acaba em açoitamentos E dificuldade mista Piorando os batimentos

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Amor

Amor

Falar de amor é indescritível Desenhando alguns cenários Transformo em um romance incrível Os muitos toques involuntários Por um lado é vulnerável Já pelo outro, honorário De mesmo modo irrisório Se transformando em venerável E de um modo inexplicável Forma-se um vício temporário Aquilo que era refratário Acostumou-se ser afável Falar de amor é inigualável Sentimentos compulsórios De maneira insuportável Sobre amores ilusionários

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