A maldição de um anjo
Anjos me escutem hoje neste dia nublado eu os amaldiçou! Amaldiçoado sejá os sorrisos doces é os abraços calorosos Amaldiçoado sejá o olhar inocente e a voz afavél Queimem! Eu pobre é tão miseravél alma em outrora permitida cai nas graças de um anjo Provei do beijo doce do pecado condenei minha alma ao martirío do amor E hoje queimo nas chamas ardentes da saudade incostante de um Anjo da morte. Volte! Amaldiçoado sejá infortunio destino Selado e cravado em um víl labirito chamado lembranças. Anjos me escutem acaso acham que podem apresentar a explenditude do cêu tão poucamente e nos mortais nós contentariamos? Não sabe pós quão soberbos e egoistas somos? Oh pobre amaldiçoada seja essa que vós fala Pois eu matei a bondade que me foi enviada Acaso não sabias que em meu mundo a maldade é a unica conhecida? Ah eu vejo qual castigo me foi dado Eu poderei ver meu amado anjo mais jamais novamente toca-lo. (Condessa)
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