Foto de condessa Espansrt

condessa Espansrt

@condessaEspansrt · desde 2020

escritora presentiada com a mais vasta imaginação 18 anos dona de 3 gatas minha carterinha da loucura foi renovada byron e Pessoa.

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Humanidade

Sem titulo

Enfm só Mais não foi assim sempre? Enfim paz Mais não es tu a propria guerra? Ela é assim senhores a mais pura contradição Não somos todos um pouco assim? Nesses teatro onde o papel de cada é indefinido Nesse templo onde cabe a nós traçarmos nossa tragedia escrita por Deuses O vinho faz efeito é o café já acabou a meio século Nesses tempos onde dês dos primordes a morte vêm sendo irmã ranzinza da vida e a vida apenas uma mera vadia Nesses tempos onde eu me confundo com meus proprios conflitos e me prendo em meu mundo Com você e assim? Enfim... (Condessa)

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Sanidade

Radiação

Uma exploção A pedaços meus espalhados por cada canto desse local... Doi! Uma fumaça densamente escura paira sobre mim Dificil respirar! Sou apenas carne sangrenta eles sorriem em minha direção mais nao ousam se aproximar demais Radioativa! Sou um grito no escuro as mentiras debaixo do tapete sou a feiura e beleza sou Desconhecido! Sou uma musicá alegre com notas tristes Sou começo mais saiba que tambem tenho um fim! Uma exploção Ah pedaços nossos por cada canto Doi! Somos carne sangrenta mais todos estamos juntos somos a mesma agonia agora Somos morte e vida somos Iguais! Uma exploção Tudo se refez nada doia Uma exploção Pedaços nao existiam Uma exploção ninguem era igual Uma Exploção Um garotinho uma garotinha Ele era azul ela era dourada Uma exploção haviam mais outros iguais a ela Mais o garoto... Radioativo! Corra corra garotinho... Corra corra Mais! Uma exploção havia pedaços de um garoto azulado espalhados pelo chão não havia musica mais havia risos mais havia fim É uma miuda chuva de verão Nada! Uma velha senhora ficou enquanto uma mutidão satisfeita se despersava Uma exploção.... Eu apenas sou loucura morbida ou uma Agoniante realidade? (Condessa)

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Vida

Fotografia

Ali naquela mesa de mogno uma fotografia desbotada estava Eu nunca me dei conta dela até aquele momento A olhei por um fio de minutos que se passaram vagorosos era eu e aquela foto... Aquela foto e eu Ela já não tinha um significado De quem seria o rosto ali guardado ? Logo me aborrecendo a joguei em um canto qualquer a esqueci... Hoje em dia as memorias são desbotadas eu as esqueço como aquela fotografia velha Os rostos são turvos eu apenas esqueço me torno cansativa repetitiva mais eu esqueço Só lembro da fotografia Mais não lembro oque nela tinha Eu esqueço esqueço Eu Me esqueço. (Condessa)

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Morte

Certa hora

Certa hora eu escuto susurros Eles me atigem como lanças espinhosas Espalhando um veneno letal em meu corpo Certa hora eu morro para o mundo E caminho em ilusões criada por minha mente insana Ah morte,dor,choro e fome O cêu se desbota em uma horrenda cor cinzenta A vida se esvazia em um liquido avermelhado P P P ingando Lentamente escorrendo pelo chão manchado Manchado Certa hora eu acordo Eu escuto gritos e gritos Certa hora eu vivo Levanto vou ao banheiro olho uma imagem embaçada no espelho não a conheço quem é? Certa hora saio Ando na rua tudo está calmo Olho para o lado Certa hora Certa hora Certa hora percebo que todos temos uma mente louca que juntas criam uma relidade dolorida Certa hora Nao existe vida. (Condessa)

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Efêmero

O tempo

Hoje me sentei com o tempo Tão calado ele é Em um silêncio profundo me contou certos pesares Contou de uma infância esquecida relatou a fragilidade da vida Entre uns frangalhos de horas conversamos sobre sua rotina corrida tão lenta ao seu gosto Eles o culpam pelo o inalcançavam mais segundo o próprio tempo ele não é culpado sempre seguindo seu percuso não pode nunca para como um bom operario ele tem horarios a cumprir No final em uma breve despedida ele partiu rumo a um compromisso impontante deixando-me Ali com a certeza no meu intimo De que um bom tempo eu havia perdido ali. (Condessa)

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Duas de nós

Houve esse certo dia que andado errante mundo a fora me encontrei comigo mesma Acaso já te ocorreu situação tão estranha? De topares com teu outro eu? Se por ventura se indentificares com este pequeno relato Oque Eu ei de fazer? Pois meu outro eu ensiste em tomar um outro rumo me deixou em uma estrada deserta em um estado de lastima profunda Então retormei meu caminho de volta para o inicio e tamanha foi a minha supresa pois olhe quem diria eu apenas andei algumas casas antes da minha...senhoras e senhores se um dia topares com teu outro Eu nao ensista que fique peça que vá ele ao menos terá Estorias para contar e não se ludibriara de uma falsa liberdade êfemera Hoje em dia eu sou o outro eu de mim mesma e se acasos eu retorna a me encontra com muito bom gosto direi "Deixe-me que vá." (Condessa)

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A maldição de um anjo

Anjos me escutem hoje neste dia nublado eu os amaldiçou! Amaldiçoado sejá os sorrisos doces é os abraços calorosos Amaldiçoado sejá o olhar inocente e a voz afavél Queimem! Eu pobre é tão miseravél alma em outrora permitida cai nas graças de um anjo Provei do beijo doce do pecado condenei minha alma ao martirío do amor E hoje queimo nas chamas ardentes da saudade incostante de um Anjo da morte. Volte! Amaldiçoado sejá infortunio destino Selado e cravado em um víl labirito chamado lembranças. Anjos me escutem acaso acham que podem apresentar a explenditude do cêu tão poucamente e nos mortais nós contentariamos? Não sabe pós quão soberbos e egoistas somos? Oh pobre amaldiçoada seja essa que vós fala Pois eu matei a bondade que me foi enviada Acaso não sabias que em meu mundo a maldade é a unica conhecida? Ah eu vejo qual castigo me foi dado Eu poderei ver meu amado anjo mais jamais novamente toca-lo. (Condessa)

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Vida

Eu

Eu perfeita imperfeição Eu costante icógnita Eu palavras feias palavras belas palavras susurradas silêcio e nada Eu apenas Eu em uma equação dificil Onde? Por que? Quando? Eu e a solidão velada Eu egoista forçada Eu eu eu Tantos Eus que me cansam tantos erros que me alcançam tantos e tantos e no final apenas me sobram nadas porque Eu... Estou só. (Condessa)

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