Impensado
Não há nobreza no que sinto. Amo-te tão somente porque sou eu, Porque jamais pude ser senão isto: Cansado, distraído, e No teu sorriso, que é doce, Perdido. Amo-te pela lógica De teus olhos impossíveis, A verem coragem no desânimo, Candura na confusão, Ao descalabro redenção. És clareira, Luz à espera, Norte ao selvagem, perdido; Amo-te assim, Num ato impensado, sem fim.
Ricardo Ferreira Guedes
ótimo poema 👏👏
Charles
Obrigado, Ricardo!