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Como um “e se?” que não tem coragem de sair pela boca, Então me corrói por dentro A dúvida certa de que essa semente criou raiz e já domina meu peito. Não está mais sob meu controle. É tão certo que me recuso a confirmar A nomeando dúvida. Se me acertassem o peito num tiro preciso, não sentiria dor alguma, você a mandou embora. Mas os ramos que insisto em segurar na ilusão mínima de controle certamente florescerão. Tua semente ainda que lúdica floriu. Fez do meu interior um jardim. E não há espaço algum em meu ser que não esteja dominado por ele. 𝐁𝐲 𝐀𝐧𝐚
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