Não há propósito
Uma voz que ecoa no vazio Águas que contra todas as leis Retornam a correr o rio Traçando sempre o mesmo caminho Um dia como outro qualquer Mas como o dia anterior Ele é sempre semelhante Tudo é repetitivo e constante Cansado do mesmo Indisposto e confuso para se reinventar Os dias que retornam como águas confusas a nascente Percorrem o mesmo lugar É como o pôr e nascer do sol Ele não sabe e sequer entende do que é capaz Ele quem sempre presente e não pouco ausente Um exaustivo dilema da vida é quem leva e quem trás
Nilza Poetisa
Olá meu amigo Carlos! Como vc está?
Carlos Eduardo
Olá, amiga e poetisa! Estou bem e você, como está ?