Decompor d'alma (Pragas)
Foi na morte onde finalmente me senti pertencente, um encontro como almas gêmeas nunca teriam. Pela primeira vez meu corpo foi tocado. Todas as pragas despedaçavam cada parte do meu corpo — e em vez de dor, senti amor — não seria isso amar? O prazer, com a terra que me corroía, cada mordida era um suspiro da minha alma. Me misturei com a terra; nos tornamos um só. Não só a nutri, mas ela me nutriu, o que em vida sempre mostrou escassez.
POEMICIDA®
E os vermes fizeram o banquete!