cadeado.
meus sentimentos inseguros escondidos por baixo do rosto de fechado trato o alheio com a indiferença para que este não possa me ferir sinto a adaga dos olhos julgamento sem juíz ou tribunal tenho em mim as mesmas adagas quando olho para o mundo legível em versos soltos da minha fala imaginável em cada hora do meu silêncio me conservo romântico acima de tudo meus lábios tem um mel que conservarei em garrafas de vidro No coração, uma tranca que perderei a chave e esquecerei onde mora o teu chaveiro para que o teu aço e brilho se enferrujam com o tempo e que eu perca entre meus esquecimentos essa intensidade no sentir.
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