Roda-gigante
Calei-me para não tropeçar em minhas palavras Segurei minhas lágrimas quando queriam rolar O meu grito foi dado Cheguei no topo da roda-gigante Tudo isso por um instante E depois de tanto, dispercei o teu sorriso Vi nascerem as tristes mágoas Pois o meu limite também foi o seu E o que há de vir, ainda não sei Mas quando bate a saudade No peito, as lembranças se embaralham Disso eu muito entendo; Não poderia dizer que estamos num labirinto Porque você já econtrou a saída Eu, algumas vezes, murchei, Foi quando você voltou para me regar Bem-me-quer, mau-me-quer... Vai se saber!
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