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Bianca

@bianca_olvr · desde 2020

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Ternura

Agridoce

O seu toque, doce e acetinado   Transborda em meu peito prosélito Essa bel ventura é meu vasto prazer Sinto, e digo  Me envolvo nos braços mais afeitos que vi Ali eu me vejo Me aqueço entre o mel e o ávido  Tuas linhas me ensinaram a percorrer seu corpo inteiro  Me tornei desbravadora de cada canto do teu ser  Quem uma vez te teve aos braços e escorregou pelos dedos - amargo.

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Poesia

Roda-gigante

Calei-me para não tropeçar em minhas palavras Segurei minhas lágrimas quando queriam rolar O meu grito foi dado Cheguei no topo da roda-gigante Tudo isso por um instante E depois de tanto, dispercei o teu sorriso Vi nascerem as tristes mágoas Pois o meu limite também foi o seu E o que há de vir, ainda não sei Mas quando bate a saudade No peito, as lembranças se embaralham Disso eu muito entendo; Não poderia dizer que estamos num labirinto Porque você já econtrou a saída Eu, algumas vezes, murchei, Foi quando você voltou para me regar Bem-me-quer, mau-me-quer... Vai se saber!

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Sem nome

Andei a pensar e refletir sobre casos e causos. Olhei para dentro de mim. Percebi então uma pérola escondida - às vezes sou como uma ostra - que há muito buscava explicação. Se eu fosse parte de alguma construção, nao seria nenhum prédio, nem portas ou janelas. Não seria uma sacada, talvez, também, nem um Monumento. Mas e então? eu seria uma ponte! pontes são meios de conexão. Ligam Leste a Oeste. São lugares de inspiração, são amigas dos rios e guias dos olheiros do pôr do sol! Eu sou essa ponte: facilitadora. E como minha imaginação me permite criar, eu seria como aquelas da Escócia! Com vegetação envolta, com montanhas como vizinhança, e as aves como trilha sonora! Eu nasci para ser o encaixe, a rota, o lugar de encontro; sou aquela que não somente é a ponte, mas que pontes constrói...

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Poesia

Sem título

Eu luto  Com o luto  Que me esbarra E embaça  A vidraça  Da minha janela E na goela Um grito mudo Absurdo Instinto  Porque sinto A sua partida Quando na vinda Na realidade  Você não ficou E se foi Tão de repente  Sem pensar na gente Inconsciente  Pois "a gente"  Nunca existiu.

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Fábrica de sonhos

Eu tenho o dom de sonhos fabricar  nasci numa terra de sonhadores  e todos amamos sonhar  se de lá para cá eu vou retorno querendo voar  meu lar me dá asas  e cada vez mais longe eu quero chegar  dentro de mim fazem festas  as mais Encantadas ideias  saltitam nessa cidadela  onde a fonte dos desejos é grande mas ainda maior é a vontade  De realizar!

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Sinceridade

Sem Titulo

A simplicidade Quando estampada no rosto É o maior ato de humildade E viva a essa humildade! Trabalho duro com as mãos Sorriso na cara Olhos que brilham E gratidão no coração Assim é que se faz! Altivez não tem vez Não ensina Não mata a cobra e mostra o pau Só mostra o que lhe convém Que belo De se admirar Pequenos esforços Dos delicados braços Que lutam e afagam Logo vem o legado E outros inspirados Porquê aquilo que é bom É cultivado e tem florescer.

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RECADO

Olá, meus amigos! Tenho um recado para vocês: Se você está investindo na auto-publicação e precisa de um corretor/revisor para ajustar a ortografia e tornar o seu trabalho ainda mais atraente, agora você pode contar comigo! Além de professora, agora também Copywriter, posso te ajudar e contribuir para o seu sucesso como escritor. É só entrar em contato comigo pelo meu e-mail: [email protected]  Espero vocês! Um abraço!

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Tu, afeição!

Tu, a quem o sobrenome eu dei "afeição" Despertou, como desperta um relógio Nas embaladas suas, Em mim, uma doce emoção Mas... Todavia... Porém... À meia noite se conclui um dia E semelhante à cinderela Durou pouco o quê foi bom.

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Para curar-me o pranto

Calo no pé; Sapatilhas de balé; Pedra dentro do sapato; Usar salto muito alto; São todas coisas doloridas Mas hoje, choro por tua partida E se correr por uma cidade inteira Curasse esse pranto Ah! Eu não exitaria Tão logo correria E pelo caminho capturaria As mais ternas alegrias E encheria-me até me robustecer.

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Poema

Festa do pijama

Ao lado da cama O criado-mudo Sobre ele A minha xícara de chá Pego o meu telefone À moda antiga, Daqueles de discar, Visto meu pijama Cor-de-rosa E a festa vai começar Ligar para as amigas Conversar e gargalhar Falar do nosso plano De pra Paris viajar... Minha música favorita Vou colocar pra tocar Pular no colchão E me sentir boba! São coisas pelas quais Valeria eu me descabelar...

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