Divagando na minha
Vê e crê Pra viver Nas madrugada desatenta eu posso ter A solidão sorrindo A paz voltando e indo Lá aonde o sono acorda E perece Na voz de quem aquece A palavra que bem prefere O pensamento que é o alicerce O vínculo poético do real e a tese Suicida é a lírica desses verso E até parece Que só sou quem me suporta Suspendido pela corda Mas se não me amarraram Ainda penso no que é a verdade Qual é a verdadeira liberdade? Será que é algo palpável Ou subjetivo como toda realidade .
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