Alguns vagam
O que vislumbra o mero e simplório acaso O vagão dessa locomotiva nada mais é que o peito dilacerado Desacelera És o vago o doce e o amargo A escuridão de um dia se perde A vaga ilusão de ser livre me trouxe até aqui E a veleidade de amar se partiu A locomotiva passou te deixando na trilha Com algo nas mãos imóvel quase sem Respiração Pensando o quê te paralisaria mais uma vez! Leandro Souza
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