A jornada
Observo em silêncio. As faces do mundo. Puras, inocentes. Belas, encantadoras. Iluminadas como o sol. Traiçoeiras, perversas. Medonhas, falsas. Assombradas pela lua nova. O que ainda faço aqui? Dilacerante questão mal resolvida. Mas sei a resposta. Ainda que não a sinta mais. Ainda que não a mereça mais. Ainda que não a tenha mais. Algumas pessoas enxergam a luz Que dizem pulsar límpida. Nos meus olhos. Então continuo André Paolucci.
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