Gosto tanto disso
Que faz voar nas nuvens
Não importa se me deixa em ruínas
Quero somente aquilo
Mesmo que deixe cheio de ferrugens
Sei que isso me aprisiona
Não me dá liberdade para viver
Mas me dá tanta dopamina
Que não importa mais se eu morrer
Claro que machuca
Claro que me humilha
Deixa a minha mente maluca
Mas pra me deixar alegre ele usa essa pilha
Fechei os olhos para a dor
Fechei os olhos para os que me alertam
Mas agora entendi que isso me machuca
Então deixei os outros tentarem
Para ver se me libertam
Sei que pode chamar a polícia
Sei que posso ir ao hospício
Ou até mesmo virar vítima da sociedade
Mas pelo menos posso sair desse vício
O vício pode ser paixão cega
O vício pode ser drogas
O vício pode ser jogos
Depende do que a sua própria mente adora!
Eu sou o sentimento
Movido pela tal da dopamina
Sim, eu sou cego
Então tome cuidado com a "liberdade"
Antes que a sua dependência
Vire ruína
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Estar em um universo
Novo, fresco e agradável
Em linhas de versos
Queria entrar nas mentes
De pessoas que amo e admiro tanto
Maravilhosas a toda gente
À flor da pele estou
Por que sozinha um dia estarei
Mas sempre quero dizer que realçou
Em querer ainda estar nessa mesma lei
Lei invisível
Lei entregue ao destino
Lei sem cabimentos
Lei entre documentos
Queria estar no seu carinho
Em seu abraço, em seu colo, em seu afeto...
Mas não poderia estar
Pois mostraria como sou tão frágil
Por que não estar
No lugar que queria estar
Ah! Tá.
Pois esse lugar não tem como morar
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Alguém, Marketing
Em meu ser tem um nome
Um nome estranho por sinal
Que não entra em registros civis
Pessoas aglomeradas em um único fluvial
Tenho camisetas com marca de bebida
Sem eu sequer fazer uso
E agora mesmo usando um blusão da Nike
Que nem sequer a própria marca fez o produto
Tenho um par de meias com a logo da Coca-Cola
Que nem a própria marca sabia que existia
Mas a moda traz esses possíveis destinos
Para entrarmos num ciclo vicioso
Diante dos mesmos rótulos entregues à luxúria
Meu lenço, meu relógio,
meu chaveiro, meu copo
minha gravata e sabonete
minha toalha de banho e até o dente de leite
Minha vida, suas regras
Meu dilema, seus resultados
Meus seguidores, seus salários
Vida boa é só boatos
Desde o exterior até o subconsciente
Ninguém foge desse século agora
São mensagens, letras falantes, gritos excedentes
Se eu pudesse entraria em fuga agora
Sou um humano-anúncio itinerante
Manequim da moda retratada
Logotipos de mercado me usam de forma exuberante
Para as mercadorias serem divulgadas
Me tirem dessa escuridão
Que eu mesmo experimentei
Agora vivo em plena solidão
Sem regras numa grei
De um lado pessoas em modas passageiras
Do outro, problemas mentais vindo à tona
É doce estar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha própria história
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou não
E tenho comparação de minha anulação
Peço que esqueçam meu nome
Não tenho dignidade pra ser homem
Agora me chamam de Patrocínio
Eu sou o patrocínio, patrocina-mente
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Lápis está a escrever
Lembranças de um evento único
Ônibus entregando o destino
Dos que com muito orgulho, estávamos levando
Sorte de quem pôde participar
De uma aula campo como esta
E as pessoas que infelizmente, não pode estar
Com esperança de novas oportunidades a elas
Fumaça e calor a penetrar
Enquanto seguimos ao ponto de partida
Água que mais esteve a ver a essa viagem
Dois dias praticando o conhecer
Cronograma executado conforme dito
Otimismo por ter ido tudo bem
Pensamento de professores aos seus alunos
Que sempre irão os enxergar além
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Florestas distintas
Comanda turística a estar
Garrafa de água junto às pessoas
Carol e companhia a viajar
Sem necessidade de lápis para as aulas
Cuidados para não pegar leptospirose
Comida a comprar quanto quiser nas praças
Fumaça e calor dentro do ônibus
Vida de estudantes num estado quase precosse
Copos de refrigerante a tomar
Durante a viagem, até mamão pra se saborear
Se precavendo de picada de abelhas
Mas, por conseguinte, aulas práticas diante a essas proezas
Passando em plenos amargos
Vendo cachorros e não podendo os adotar
Estudantes sofrem até o ensino medio
No entanto, no seu último ano aproveitam a vida
Aula campo em Porto Velho
Mostrando a beleza de seus pontos turísticos
Mostrando a estrada de ferro e a hidrelétrica, com seus critérios
Extintor em caso de emergência, curtição nos momentos certos
Dificuldades vão e vem
São todas passageiras
O aprendizado de se orgulhar do seu estado
Não tem preço que pague nesse dilema
Seremos a nova geração
Que mostrará a verdadeira beleza de onde habitar
Amém!
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Engraçado, não?
As estrelas são apenas uma réplica
Da sua personalidade em grãos
O luar avivás num brilho
Mas sua luz não é natural
É por conta de uma graça do Divino
E tu tens semelhanças a ela, afinal
Todas as fases são lindas
Até quando menores, são magníficas
Paz e tranquilidade em seus anseios
Brilhante nos dias que o vejo
Semelhança impressiona
Clonagem não precisa ser racional
Gosto muito da lua
E a sua aparência não tem igual
Os olhos onde tem Espírito Santo
Dá pra enxergar explicitamente
Que tu tens o melhor brilho de todos
Em seus olhos, profundamente
Olhar avivás
Como a lua, eu diria
Onde tua beleza não é escondida
Só é realçada pela parte Divina
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Se tudo fosse resolvido
Com apenas um PONTO FINAL.
Seria ótimo para usar em dias corridos
Ou em dias de matagal...
...E ponto final.
Por que continuar histórias
Que já foram encerradas?
Humanos amam tocar na ferida
Para ter certeza que já está curada...
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Por que o mundo é assim?
Entrando em agulhas tóxicas de cordão
Simpatizantes sem cabimentos de alecrim
Versos escritos num salpicão
Conhecendo lugares novos,
Em flúor de videiras mortíferas
Enfadonho cortejo de miçangas em luxos
Moradias desgastantes com ausência de euforia
Costuras acertadas em botões nos olhos ingênuos
Para os vacilões da natureza
Botões com magia científica, de proeza aos ambíguos
Quinzena na mão de egoístas da pobreza
Medonho, nos olhos perdoáveis
Corajoso, nos olhos imperdoáveis
Estranho, em realidades distintas
Vírgula, nos momentos indevidos de agonia
Desobediência mata
A obediência também
Mortes trajadas em massa
Nos lugares indevidos do além
Traiçoeiro no falar
Com pecados em latim
Presentes em caixa de ditar
Monumentos com decretos de cetim
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Num enflorecido estás
Explêndido em seu constante glamour
Aliado com seu passado no luar avivás
Em terras desconhecidas de flúor
Rosas cobrem teu almoçado corpo
Nas estrelas declaraste moradia
Apossar-se de sonhos calouros
Com o peito cantas dia após dia
Alegria de veres caminhos dourados
Cristalizante as vielas a apassentar
Linho puro os trajes do vestuário
Felicidade estás a averiguar
Nos versos supracitados
Sonorizam nosso falar
Passando em plenos amargos
Consecutivamente a ti velar
Recordações previstas
Fontes novas a escoar
Em elos de vielas precavidas
No mundo foi abdicar
Mãos em dedos cruzados
Corpo remansado em floricultura
Num burgo povoado de amparados
Teve o início de seu habitar em luxúria
Em estrelinhas douradas
Está a alma do remanescente
Entre aparentados no mundo em que vivera
Estão a flor da pele e romanescas
Viveras novos lados
Cheios de flúor
Vestes cheias de flores
Toscanejando em glamuor
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Estranhamente por si só
A beleza entra em colapso
O mundo antigo já entra com B.O
Em divindades sem glória
Vividas em palácios
Nada a perder com Jesus
Nada a ganhar com o mundo
Entrando em vibes maliciosas
Só mostra a carência por famas e glórias
Entre mais de vinte países de saduceus
Que nenhum te mostrará quem é Deus
Enquanto a vida te dá Fariseus
Yaveh mostrará o caminho a Jerusalém, o povo seu!
Povo seu e rebanho de seu pasto
A bíblia deixa claro quem é cada um
Novos oceanos, entre águas tranquilas
Renovadas em terras de Cafarnaum!
A Ciência claramente prova
A dimensão de sua existência
Mas preferem fechar os olhos
Porque preferem curtir vibes estranhas em decadência
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