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Apuque

@anakerengl · desde 2023

19 poemas 11 seguidores 2 seguindo

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Sanidade

Dependência ou Liberdade

Gosto tanto disso Que faz voar nas nuvens Não importa se me deixa em ruínas Quero somente aquilo Mesmo que deixe cheio de ferrugens Sei que isso me aprisiona Não me dá liberdade para viver Mas me dá tanta dopamina Que não importa mais se eu morrer Claro que machuca Claro que me humilha Deixa a minha mente maluca Mas pra me deixar alegre ele usa essa pilha Fechei os olhos para a dor Fechei os olhos para os que me alertam Mas agora entendi que isso me machuca Então deixei os outros tentarem Para ver se me libertam Sei que pode chamar a polícia Sei que posso ir ao hospício Ou até mesmo virar vítima da sociedade Mas pelo menos posso sair desse vício O vício pode ser paixão cega O vício pode ser drogas O vício pode ser jogos Depende do que a sua própria mente adora! Eu sou o sentimento Movido pela tal da dopamina Sim, eu sou cego Então tome cuidado com a "liberdade" Antes que a sua dependência Vire ruína

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Amor

Eu queria estar...

Estar em um universo Novo, fresco e agradável Em linhas de versos Queria entrar nas mentes De pessoas que amo e admiro tanto Maravilhosas a toda gente À flor da pele estou Por que sozinha um dia estarei Mas sempre quero dizer que realçou Em querer ainda estar nessa mesma lei Lei invisível Lei entregue ao destino Lei sem cabimentos Lei entre documentos Queria estar no seu carinho Em seu abraço, em seu colo, em seu afeto... Mas não poderia estar Pois mostraria como sou tão frágil Por que não estar No lugar que queria estar Ah! Tá. Pois esse lugar não tem como morar

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Verdade

Releitura da Obra Eu, Etiqueta

Alguém, Marketing Em meu ser tem um nome Um nome estranho por sinal Que não entra em registros civis Pessoas aglomeradas em um único fluvial Tenho camisetas com marca de bebida Sem eu sequer fazer uso E agora mesmo usando um blusão da Nike Que nem sequer a própria marca fez o produto Tenho um par de meias com a logo da Coca-Cola Que nem a própria marca sabia que existia Mas a moda traz esses possíveis destinos Para entrarmos num ciclo vicioso Diante dos mesmos rótulos entregues à luxúria Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro, meu copo minha gravata e sabonete minha toalha de banho e até o dente de leite Minha vida, suas regras Meu dilema, seus resultados Meus seguidores, seus salários Vida boa é só boatos Desde o exterior até o subconsciente Ninguém foge desse século agora São mensagens, letras falantes, gritos excedentes Se eu pudesse entraria em fuga agora Sou um humano-anúncio itinerante Manequim da moda retratada Logotipos de mercado me usam de forma exuberante Para as mercadorias serem divulgadas Me tirem dessa escuridão Que eu mesmo experimentei Agora vivo em plena solidão Sem regras numa grei De um lado pessoas em modas passageiras Do outro, problemas mentais vindo à tona É doce estar na moda, ainda que a moda Seja negar minha própria história Agora sou anúncio Ora vulgar ora bizarro. Em língua nacional ou não E tenho comparação de minha anulação Peço que esqueçam meu nome Não tenho dignidade pra ser homem Agora me chamam de Patrocínio Eu sou o patrocínio, patrocina-mente

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Orgulho de Ser Professor desses alunos

Lápis está a escrever Lembranças de um evento único Ônibus entregando o destino Dos que com muito orgulho, estávamos levando Sorte de quem pôde participar De uma aula campo como esta E as pessoas que infelizmente, não pode estar Com esperança de novas oportunidades a elas Fumaça e calor a penetrar Enquanto seguimos ao ponto de partida Água que mais esteve a ver a essa viagem Dois dias praticando o conhecer Cronograma executado conforme dito Otimismo por ter ido tudo bem Pensamento de professores aos seus alunos Que sempre irão os enxergar além

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Vida

Viagem a Porto Velho

Florestas distintas Comanda turística a estar Garrafa de água junto às pessoas Carol e companhia a viajar Sem necessidade de lápis para as aulas Cuidados para não pegar leptospirose Comida a comprar quanto quiser nas praças Fumaça e calor dentro do ônibus Vida de estudantes num estado quase precosse Copos de refrigerante a tomar Durante a viagem, até mamão pra se saborear Se precavendo de picada de abelhas Mas, por conseguinte, aulas práticas diante a essas proezas Passando em plenos amargos Vendo cachorros e não podendo os adotar Estudantes sofrem até o ensino medio No entanto, no seu último ano aproveitam a vida Aula campo em Porto Velho Mostrando a beleza de seus pontos turísticos Mostrando a estrada de ferro e a hidrelétrica, com seus critérios Extintor em caso de emergência, curtição nos momentos certos Dificuldades vão e vem São todas passageiras O aprendizado de se orgulhar do seu estado Não tem preço que pague nesse dilema Seremos a nova geração Que mostrará a verdadeira beleza de onde habitar Amém!

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Amor

O Luar

Engraçado, não? As estrelas são apenas uma réplica Da sua personalidade em grãos O luar avivás num brilho Mas sua luz não é natural É por conta de uma graça do Divino E tu tens semelhanças a ela, afinal Todas as fases são lindas Até quando menores, são magníficas Paz e tranquilidade em seus anseios Brilhante nos dias que o vejo Semelhança impressiona Clonagem não precisa ser racional Gosto muito da lua E a sua aparência não tem igual Os olhos onde tem Espírito Santo Dá pra enxergar explicitamente Que tu tens o melhor brilho de todos Em seus olhos, profundamente Olhar avivás Como a lua, eu diria Onde tua beleza não é escondida Só é realçada pela parte Divina

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Vida

O Ponto Final

Se tudo fosse resolvido Com apenas um PONTO FINAL. Seria ótimo para usar em dias corridos Ou em dias de matagal... ...E ponto final. Por que continuar histórias Que já foram encerradas? Humanos amam tocar na ferida Para ter certeza que já está curada...

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Sociedade

Mundos Distintos

Por que o mundo é assim? Entrando em agulhas tóxicas de cordão Simpatizantes sem cabimentos de alecrim Versos escritos num salpicão Conhecendo lugares novos, Em flúor de videiras mortíferas Enfadonho cortejo de miçangas em luxos Moradias desgastantes com ausência de euforia Costuras acertadas em botões nos olhos ingênuos Para os vacilões da natureza Botões com magia científica, de proeza aos ambíguos Quinzena na mão de egoístas da pobreza Medonho, nos olhos perdoáveis Corajoso, nos olhos imperdoáveis Estranho, em realidades distintas Vírgula, nos momentos indevidos de agonia Desobediência mata A obediência também Mortes trajadas em massa Nos lugares indevidos do além Traiçoeiro no falar Com pecados em latim Presentes em caixa de ditar Monumentos com decretos de cetim

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Morte

Eternamente Branco

Num enflorecido estás Explêndido em seu constante glamour Aliado com seu passado no luar avivás Em terras desconhecidas de flúor Rosas cobrem teu almoçado corpo Nas estrelas declaraste moradia Apossar-se de sonhos calouros Com o peito cantas dia após dia Alegria de veres caminhos dourados Cristalizante as vielas a apassentar Linho puro os trajes do vestuário Felicidade estás a averiguar Nos versos supracitados Sonorizam nosso falar Passando em plenos amargos Consecutivamente a ti velar Recordações previstas Fontes novas a escoar Em elos de vielas precavidas No mundo foi abdicar Mãos em dedos cruzados Corpo remansado em floricultura Num burgo povoado de amparados Teve o início de seu habitar em luxúria Em estrelinhas douradas Está a alma do remanescente Entre aparentados no mundo em que vivera Estão a flor da pele e romanescas Viveras novos lados Cheios de flúor Vestes cheias de flores Toscanejando em glamuor

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Bíblia

Mundo novo, vibe nova!

Estranhamente por si só A beleza entra em colapso O mundo antigo já entra com B.O Em divindades sem glória Vividas em palácios Nada a perder com Jesus Nada a ganhar com o mundo Entrando em vibes maliciosas Só mostra a carência por famas e glórias Entre mais de vinte países de saduceus Que nenhum te mostrará quem é Deus Enquanto a vida te dá Fariseus Yaveh mostrará o caminho a Jerusalém, o povo seu! Povo seu e rebanho de seu pasto A bíblia deixa claro quem é cada um Novos oceanos, entre águas tranquilas Renovadas em terras de Cafarnaum! A Ciência claramente prova A dimensão de sua existência Mas preferem fechar os olhos Porque preferem curtir vibes estranhas em decadência

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