nasce uma rosa
Leve ao fogo Purifique sua alma Extermine a raiz Olhando aos olhos sinta calma Sinta o vento da morte Contra ele sopre forte Horizonte tão distante Dedo aponta para o norte Seu corpo já putrificado Tem uma face calma e bela Em toda terra e mato Uma linda rosa cresce nela Uma demência já não tão forte Pesadelos não existem mais Em seu pulso vários cortes Itinerante que não vai Dedo firma para o norte Horizonte tão distante Sem brilhos e sem olhos Nada mais é como antes
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