Ricardo @Vitti
Poema

Segue em mim e pára

Sob a sombrinha maníaca desenhei, O mesmo soluço que dilatava o balão, Uma maré num cesto, De rosas roubadas nos arbustos, (?.). Mãos rasgadas? De pontiagudos versos, Uma, e, Hora e meia, ... Uma serenata a cappella, Para minhas joviais memórias, Que dos cabelos desconhecem, Pela alma imersa, Gritantemente se afoga, Em um castelo de conta-gotas, Se embebedou, E, despejou, Um abismo, De colapsos, ... Os pássaros gorjeiam e lêem, As mesmas bulas de remédios, Cantorias finíssimas, Um punhado de coisas pretas no céu, Azul de uma ímpar beleza, ... E os olhos do oceano? Miram o alto vestido de um vestido, Escuro de um tom claro, Certamente estou brincando, Não ouso ficar parado, Com as estatísticas de tantos astros, Que cruzam, e... (...). Aqui vou indo, Então, me acabo. Ricardo Vitti

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