Medidas iguais
Tento ser delinquente nesses espinhos, E, já não posso, Bastasse para cair em trevas, Em parafusos a chuva vens me apedrejar, Do céu o esquecimento, Do histórico lacônico, O verso a deturpar, Quais mesmas mágoas perdidas, Percorridas, jaz a ferro, Nas ferrovias do disparo, Esquisitices joviais, ... Os pardais locutores despem o inverno, Quê...? Quem tardia chegar, Não se atrasa nem um pouco, Pouco sabe onde estava, E, aonde vai chegar, O nada, nada vê, Quem tudo pode, Nada pode, se querer, ... Também podes virar borboleta, Criar asas de cometa, E, lá de baixo, Ainda mais pode descer, Descendente flor, No aquário, o vidro que decreta, O mundo...!!! Um fundo azul, De lápis escrito, Uma lápide, Sobre a tumba, Onde o recíproco, É estar lado-a-lado, Todos juntos. Ricardo Vitti
Escrevo sentimentos 🌹✨✨✨✨
Uau !Amei!!❤✍👏
Ricardo
gratidão Mara, um lindo amanhecer! Beijos ❤ ❤ ❤
Ricardo Ferreira dos Santos.
excelente poema 👏👏👏, me segue caro colega
Ricardo Ferreira Guedes
magnífico poema