Abismo arado
"... Beber do néctar é, Beber feito beija-flor, E, assim sinto-me em teus lábios, E posso fugir das guerras atoa, Lembra a garoa?...". ... Oh ébrias margens de clorofila, De dia-a-dia, horas; hoje, Mais uma vez, Nos encontramos aqui, Onde a caminhada ensina e, incentiva, Então observando; caminhar, Ao jardim, de finais, Que não findam ao fim, São rosas e pedras, Perpétuas, Num fausto amor, ...? Conduz, esses versos caiados? São penúrias no meu túmulo, Tumultuado tantas vezes pela brisa e as folhas, Minh ' alma estás transpassada, Ouvistes eu falar sobre meus medos, E, sobre as angústias que corriam minhas veias, Tudo isso sabe, Disso e, mais um pouco, ... Um poema que deixo vazio de alegrias, E, cheios das minhas muitas lágrimas, Tantas, que decorei esse pensar, De margaridas dos nossos confins, Onde os espinhos crescem, Tudo, se ao menos amor!!! Seria, pois... Enfim. Ricardo Vitti
Escrevo sentimentos 🌹✨✨✨✨
Ameii✍👏👏🌼🌼🌼
Ricardo
gratidão Mara, beijos, excelente noite para você! ❤❤❤
Nilza Poetisa
Você tem um que de poetas parnasianos. Aqueles clássicos que perduram na história. São belíssimos!
Ricardo
tem alguma coisa, gosto muito, devo ter me apegado mais nesse estilo por gostar de brincar com as palavras, os seus são também maravilhosos, tem uma linda estrutura emocional os seus. Gratidão e beijos!!!
Nilza Poetisa
Obrigada. pra vc também
Ricardo Ferreira Guedes
magnífico poema