Aperto constante
Discernimento do esquecimento, O que eu vejo é um dilema, Seguir-se-à o abutre, e encontrar-se-à, Entre os pesadelos dos ciprestes, O machado à ferro e madeira, Quando jovem aprendi a colher, Dos feixes nas minhas mãos, Um bouque de flores, ... Colhi ela talvez, talvez margaridas, Invés uma, Não sei, Fazem tempos, Mas ainda lembro, Oque escrevo e, oque não tinha esquecido, ... Há prisões em tudo que se aprisiona, Até o céu mais vasto tens suas grades, Juntando pétalas, Caí c'os poemas na encruzilhada, Onde tudo passa, Só a dor é quem insiste em ficar, Apago-me no escuro, E, encontro-me em teu's lábios. Ricardo Vitti
Profundo, meu caro. Estou a cada dia fascinada com sua escrita, meus parabéns!💛💛💛✍
Ricardo
gratidão, os seus também me fascinam, sempre obrigado pelo carinho, um afago na alma tua. beijos ❤,
Obrigada 💖