Caballi
Pleco ao leco, desleixado é o pó deste homem. Aponta as pontas dos dedos aos altos, marca o globo e os faz de rato. Roda no arco das duas serpentes, sem utilizar a tua dialética confidente. Condiz e conduz: a palavra se tornou condição. A lua por cima e o sol por baixo! Ilumina os dois lados da alma. Do lado lacro, macro ao visual, viés aos meus pés. Os poetas se constroem e eu me transformo de forma difusa. Construiu a razão e lógica, descobriram a existência do divino! O número e a hipérbole do homem causaram a palavra, e a palavra povoou, e a língua nasceu. E os meus versos mutum ao teu pai, ao teu irmão! A tua nascença foi em Caballi, onde você nasceu neste início.
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