Ave
Olha como voa, Já desejei ser como ela; Voando assim atoa. Tem sua direção, Mas o vento é insensível; A joga a contra mão. Tão singela e delicada, Pobre ave, um pontinho no oceano; Em suas derivas vaga sem morada. Encosta no sol do meio dia, No fio, no jambeiro, na ponte... Se ajeita, enche o peito e entoa sua melodia. Melodia distante, que se sente; Nos deprimentes subúrbios, Consola a pobre gente. Óh Deus, só queria ser igual a ela; Mesmo pequena em relação a tudo, Encara a curta vida de maneira bela.
Li
Que singeleza de poema!👏👏👏
Ulisses Araujo
Gosto quando você gosta Li!
Li
Valeu,amigo Ulisses! Também gosto das coisas da Natureza para compor os Poemas...😀✌🙂🙂
Ulisses Araujo
Sim; essa vida passa tão de pressa; contemplar esse lindo planeta e fazer como você mesmo falou, é um modo de gratidão. A vida é boa!
Li
A vida é boa e com poesia fica melhor!👏👏👏👋
Ulisses Araujo
👏👏👏👏👏👏👏
Nilza Poetisa
Lundo, lindo poema. As aves são assim Fontes inspiradoras.👏👏👏
Ulisses Araujo
Muito obrigado Nilza, o mérito é todo delas!