Ternura
Sintas o bater da brisa, Nos ilude com capricho! De que resta prazer na vida, Em meio a tanto lixo. Mas assisto sua alusão; Compara as duas crianças; A primeira sem razão, A segunda a esperança. Ah, se tivesse esse dom, Do bem e da utopia; Daria a vida a mão, E o resto ignoraria; No final, porém, Acabo em minha amargura; De lado e sem mais quem, Pouco a pouco volto a minha ternura.
Joaquim César
fala meu irmão!! sucesso na sua caminhada de escritor!!
Ulisses Araujo
Obrigado irmão!
Nilza Poetisa
Vc escreve muito bem Ulisses
Ulisses Araujo
Fico muito grato Nilza! andei lendo algum dos seus poemas, espero ter o mesmo sentimento que você incorpora; obrigado mesmo!