Ulisses Araujo @Ulisses_Araujo
Ternura

Ternura

Sintas o bater da brisa, Nos ilude com capricho! De que resta prazer na vida, Em meio a tanto lixo. Mas assisto sua alusão; Compara as duas crianças; A primeira sem razão, A segunda a esperança. Ah, se tivesse esse dom, Do bem e da utopia; Daria a vida a mão, E o resto ignoraria; No final, porém, Acabo em minha amargura; De lado e sem mais quem, Pouco a pouco volto a minha ternura.

Comentários · 2

  1. Joaquim César

    fala meu irmão!! sucesso na sua caminhada de escritor!!

    Responder
    1. Ulisses Araujo

      Obrigado irmão!

  2. Nilza Poetisa

    Vc escreve muito bem Ulisses

    Responder
    1. Ulisses Araujo

      Fico muito grato Nilza! andei lendo algum dos seus poemas, espero ter o mesmo sentimento que você incorpora; obrigado mesmo!