Desesperança
Eu não consigo dormir, de novo estou aqui. Com a voz calada, em plena madrugada me perguntando como devo ser, como eu devo prosseguir. Me vejo perdido em opiniões, são muitas opções, é como se estivesse parado vendo passar todos com suas questões. E eu sem saber. Quantas palavras tenho que dizer? como cada poema deve ser? quantas frases tenho que escrever? Ainda estou aqui... Não consigo dormir. Minha voz tá calada, eu não tô pensando em nada, mas tenho que prosseguir. Esse é o peso da rotina, sobre minha retina me dizendo que Aínda eu não...
sinval
me identifico mt com essa perdição em relação ao q deve ser feito, e a exaustão que eu pelo menos associei muito mais a mental/emocional que a física. poema foda e que retrata bem nós poetas, tu é incrível
Anderson Chaider
expressou exatamente como a vida adulta é