Messias de Duna
Eu amei... como um louco varrido. Pois era lâmina de luz, invadindo o meu abrigo. Desenhava monstros na parede e eu jurava que eram anjos. Entre o medo do escuro e a coragem pra te inventar. Tropeçava no nada, culpando o meu destino e a luz sempre apagada. Pra quê dizer o quanto eu amei, se quem foi amado partiu? Fiquei falando com a porta, ela sabe mais de nós que eu. Ela me escutou, calou e devagar nos engoliu. Ignorei meus desertos, dunas e ilhas desenhadas em guardanapos. Busquei a eternidade num bar cheio de cacos, palavras duras, quase uma outra língua. Foi assim que entendi, você nunca existiu. Thalles Nathan ........................................*Reimaginando poema*.............
Sakura 🌸🍃
eu amei ,lindo lindo parabéns a propósito eu tenho medo do escuro kk
Thalles Nathan
Tô aprendendo a não ter... ou fingindo não tenho rsrs
Nilza Poetisa
Ou existiu. Mas talvez, como um olhar apaixonado vc a viu com outros olhos o que era na realidade era um amor raso. Nós costumamos ignorar nosso instinto. Me incluo 🤦♀️
Thalles Nathan
Acho q vc tem razão. Mas fico pensando... afinal, quem tem culpa? Quem idealizou ou quem recebeu a projeção? Pq existe o outro lado tbm, às vezes a pessoa nem mostra quem realmente é. Mas na maioria das vezes, somos nós q projetamo
Thalles Nathan
Como diria Cazuza “nosso amor a gente inventa”