Morte
A morte é algo ridículo… é o eco do fracasso de um condenado dentro de um hospital, em 12 horas de plantão para sobreviver; do estudante de medicina que não tem tempo de comer, ou até mesmo do atleta que corre todas as manhãs. uma artéria entupida — o fim de uma vida. O cigarro que você não acendeu, o vinho que não bebeu, o abraço que não recebeu… nada disso te fez ficar. A morte trabalha em silêncio, e não existe recomeço. Ali, uma mãe chora, um filho implora, e o caixão não é berço. E o que resta é fluido, um penteado e algumas flores do lado, ou um último final de tarde!
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