A iludida do openbar
Maldito drink no open bar Indo contra a razão resolvi aceitar Sorriso teia de aranha Com um fio direto até sua sala de estar O que veio depois é doloroso de lembrar Me ofereceu mas um drink Acompanhado de mais um sorriso Que não pude recusar Então a magia do último sorriso Se dissipou no ar Presa no meu próprio corpo , Na sua sala de estar Um banquete perfeito Que estava prestes a devorar Como uma leoa posicionou-se e esperou A melhor hora pra atacar Debaixo de um viaduto Em Jacarepaguá Foi encontrado o corpo Da iludida do open bar Não conseguia fazer outra coisa Senão chorar em um leito de hospital Depois de acordar Sou apenas mais uma nas estatísticas De mulheres iludidas As iludidas do open bar. De: Sr. Machado
Cássia Pereira
Muito interessante teu poema . doloroso mas,verídico!
Sr.Machado
sim sim! realidade atual