Poema
Me sinto fraco, pois sou dos que fraquejam Me sinto pasmo, pois sou dos que ainda se espantam Aguardo a poeira que subirá da fuzilaria Pela flecha de um raio cortante de sol Meu estômago cozinhou por dentro A gravidade, o epicentro. O final. Quantos degraus e quantos graus? Até onde vai? Até onde iria? Por onde a chuva começaria a cair se não fosse tarde mais para dizer Tudo tem que lutar. Tudo tem morrer.
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