Nevada
me permita começar, assoprando a poeira das mãos, e te contando como eu sei o que eu sei, te contando quem você foi quando eu te conheci, e o fim que levou, sendo consumido pela sensação de uma vida que não essa, sentindo o peso dos meus pensamentos mais sombrios, da turbulência que me trouxe aqui, me permita recomeçar, porque eu não andei até Nevada pra morrer, e dessa vez eu vou até o fim sem dinheiro e sem amor. Então, sem meus pecados rastejando nas costas, me permita ser puro e leniente, e te dizer que as mortes recorrentes são os ossos do ofício
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