Guerras internas
Vil solitude dentre trilhas sinuosas. Há o embalo pútrido e traiçoeiro. Trincheiras disparam estrondosas Nos lábios de fogo do morteiro. Ciladas tracejam o ponteiro devorador Que, horário, enrodilha infindas prosas, Herméticas, afogam o solitário orador O compassar de vãs idéias penosas. Desponta solene o guerrear, a sã desgraça. Pensamentos bramam e uram impropérios Adornos reluzem visões que com graça Remontam o apogeu de certos impérios. O remoer, estremece e o engasga. Incertezas são postas em lista Seja qual for, vencedor ou vencido Serás este campo sua conquista Ou uma mera quimera posta ao ouvido. ●
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