Vai!
Vai! Não vim para ver o que me veio. Suspeito desse susto como é suscetível; Um amor ilusório...dele somos veraneio. Me açodando a mente em alto nível. Passou, e eu pensei que nunca passaria. Envolta a tudo, minha vida antiga volta. Contorno e torno a ter meu tono, minha ária. Me feriu de forma fatal; fez que não fizesse falta. Agora com espírito mais árido. Vejo que a solidão na poesia esgota. Chuva cai e ainda faltam muitas gotas. Olhando pro alto meu pedido aulido. É que de ti não reste qualquer cota. Vai, logo me des-peso desse peso nas costas.
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