Não queria.
Que acontecesse.
Mas aconteceu...
E ainda está.
Acontecendo.
Você está lendo o que escrevi.
Que antes estava escrevendo.
Não é curioso.
Esse seguimento de ações?
Uma leva a outra.
Em questão, de segundos.
Só aí percebo.
Que quando escrevo.
Eu movo o mundo.
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Um pouco de amor eu quis.
Conheci, as obras de Assis.
Logo, viajei, pelo sertão de Euclides.
Me fascinei, pelas linhas de Cecília. De Cecília Meireles.
Uma mulher no papel, de várias outras mulheres.
De uma parece que esqueci.
Denise? Eunice? Clarice!!
Me lembrei de Clarice.
E ainda que nada a ver houvesse.
Lembrei de Bertolt Brecht.
E não tenho como esquecer.
De Leonardo da vince.
Picasso, Van Gogh.
Pelo amor de mim!
Músicas belas de Chico Buarque.
Me lembrando os versos, de Vinícius de Morais.
Carlos Drummond de Andrade.
Tendo, ao mesmo tempo, lembranças do que li.
De Augusto Cury.
E ainda hei de conhecer Ligia Fagundes.
Escritores, poetas, pintores, cantores.
Esses, seres inesquecíveis.
Na alma de quem ama ouvir.
Me vem em mente, aqueles, que me fazem refletir.
Mário Quintana e Fernando Pessoa, são sem dúvida um deles.
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Me toca.
Aqui ou LÁ.
Sem DÓ.
De me tocar.
Me toca.
Sem dar RÉ.
E no MI me deixa sem FA...
Sem fala.
Só não me deixa no SÓ.
Se no SI, eu te vejo em mim.
Nota? Que sou todas tuas notas.
Me toca, me toca enfim.
Mas toca-me.
Na alma!
Como nunca ninguém,
tocou antes.
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Eu admito.
Sou um adjetivo.
Precisando de um substantivo.
Você é o motivo.
Do meu objetivo.
Que quero tanto alcançar.
Mas não sei se consigo.
Quero mais que tentar.
Sem nenhum incentivo.
Pois toda a força de que preciso.
É do tamanho do amor que sinto.
E se assim for...
Já ti ganhei desde o início.
Porque isso que estou sentindo.
Ultrapassa o infinito.
É algo indescritível.
INDESTRUTÍVEL.
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Sou uma terra sem face, na face da terra.
Vai! Não vim para ver o que me veio.
Suspeito desse susto como é suscetível;
Um amor ilusório...dele somos veraneio.
Me açodando a mente em alto nível.
Passou, e eu pensei que nunca passaria.
Envolta a tudo, minha vida antiga volta.
Contorno e torno a ter meu tono, minha ária.
Me feriu de forma fatal; fez que não fizesse falta.
Agora com espírito mais árido.
Vejo que a solidão na poesia esgota.
Chuva cai e ainda faltam muitas gotas.
Olhando pro alto meu pedido aulido.
É que de ti não reste qualquer cota.
Vai, logo me des-peso desse peso nas costas.
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Não me ame...
De repente!
Sou o inesperado entre a gente.
E te faço pensar coisas.
Que nunca passaram,
Pela minha mente.
Em noite de um dia.
Totalmente diferente.
E pareço lua fria.
Diante de um sol quente.
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Chorei...
Foi o que as lembranças me fizeram.
Foi o que a distância me tirou.
Foi o que a saudade me fez sentir.
Do que se foi, e não mais voltou.
Pensei.
No que pensar.
Já pensando.
Quão curioso é.
O instinto humano.
Quando menos percebi.
Estava respirando.
Querendo não viver.
Já vivenciando.
Procurando.
Saber como.
Tal espetáculo.
Acontece.
Tudo funciona.
De forma simples.
Que ao acontecer.
Não se percebe...
É um mecanismo.
Que não para.
Cada peça.
Tem a função.
Que igualmente.
Se precisava...
Todos tem.
Um papel importante.
Neste teu corpo.
Andante.
Todos tem a mesma
precisão.
Que tem um coração.
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A inteligência.
Está.
Em perguntar.
Portanto não tenha medo.
De questionar.
As vezes o atrevimento.
Ajuda.
A curiosidade.
É a cura.
A cura, para o tédio.
Está na sua mão.
Basta querer ou não.
Porque todos tem direito.
Ao conhecimento.
É a única riqueza.
Que ninguém pode roubar.
Apenas, conquistar.
O que nem mesmo o tempo.
Pode levar.
Não tenha medo de falar.
Dê a resposta.
Que acredita ser a certa.
Se não for.
Tudo bem.
Também aprendemos.
Quando se erra.
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