Colunas tão cruas,
Acima da planície.
Perfeição das ruas,
Imponentes em sua hepatite.
Além da escala, imponência superior.
Cinzentas, cínicas e geladas,
Colossais em seu torpor.
Eu amo colunas tridimensionais
E o vazio da alvenaria ausente.
Eu amo colunas cruéis e vigilantes.
Amo como elas estão fora do período corrente.
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Quero ser absorvido
Até que tu sintas o que sinto nos ossos.
Se faça, desmonte, refaça com remorso.
Quero que sintas isso.
Quero ser tua retina mais embaçada
Para enxergar o mundo por um filtro mais turvo, porém aconchegante.
Wanna show you some light,
How can a man generate goodness
While a prisoner of the darkness?
I've trying to believe in my sentences,
I've put myself in this circular spot.
Still a man begs for changes.
Begs to stop bleeding his foot on that dance.
The dance of a foolish green society.
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Dias estes aleatórios compactos,
Corpo faísca em gritos desesperados,
Anseia calor, amor, contato.
Alma imunda que não sabe implorar,
Deseja calor humano, lugar para chorar.
Pedaço de concreto sem forma
Maldito de brita e areia, se desfaz!
Morra sem um boa noite.
Já não mereces nada mais.
Porém se se importas dizeis antes que seja tarde demais.
Posso ter dado um passo hoje para trás,
Mas a morte sempre aguarda como backup.
Tarde, tarde, tarde.
Sempre nessa linha tênue.
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Fazei-me um chá de camomila,
Tocais esta harpa para me ninar.
Doce, voz melíflua a ecoar,
Soando notas em meu ouvido,
Fazei-me sentir menino.
Bordar ireis um manto terroso,
Misturando sussurros e sorrisos.
Eu preciso passar um tempo contigo.
E eu preciso dizer-te tanto que sinto,
Na pausa de reticências, não consigo.
...que medo.
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Andar de bar em bar,
Em ruas amarelas vagar,
Ouvindo o violão de fundo,
O tilintar dos copos de cerveja,
O futebol das crianças a brincar.
Sinto como se fosse o vagar da mente,
Passeando por entres anos dourados.
Antes de eu ter sido um soldado,
Antes de ser um sobrevivente cansado,
Éramos apenas almas brilhantes sorrindo para o descaso.
Andávamos descalços a sorrir.
Agora vestimos nada além de ternos,
O sorriso que damos não brilha mais,
E se algum dia sonhamos isso para nós,
Talvez eu não queira sonhar nunca mais.
Traga de volta o futebol de botão,
As festas no fim de tarde,
A luz laranja sobre a laje,
A bucha nas antenas de TV,
O chiado, o ruído, o almoço de domingo...
Traga-nos de volta nosso brilho.
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Five years look like two decades,
And I'm still on this track,
Rotting inside my head,
Drowning my heart in regrets,
Wishing to forget that injury,
But it seems it'll not become a scar.
And If I can't forgive myself
I will never shine like a star.
I'm falling and slipping through
The most cruel time skip to...
A meaningless nowhere.
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Perder é inerente a existência,
E eu venho existindo mais que tudo,
Pouco resistindo porém, penitência.
Ainda assim te peço por alívio,
Talvez uma pausa por clemência.
When will I find my loved one
To fill with all the joy inside my heart?
I'm afraid that all of this love
Get finally spoiled.
I've been keeping
So many beautiful feelings,
All hidden, in the deepest
Place of my core
But life's been treating me like a dog.
I swear I do not wanna be loved,
I don't wanna be healed,
I just wanna have someone to love and protect as I never was nor did.
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Doubt my smiles
You were right
For sure you do.
She does what I think.
At least I thought as well,
Well done, it's gone.
Has been quite a while,
Heart is so fragile.
I'm crucified now.
Love love please love me,
Please, please you must just leave me.
Doubt what I've said.
I had lied of course.
I do have a blow minds machine,
I do have a gun pointed at my mouth.
I do want to melt above my own sperm,
And haunting your bathroom forever.
Despite all those attempts
It's not you anymore.
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