Allegro Córtex
Mindset de aço, Boost no perfil, Na arena do agora, Ser máquina hostil. Vender cada insight, Polir KPI. No altar da performance, Queimar D.O.I. Correr, render, Veloz, voraz, Na esteira da métrica, Não olhar pra trás. Um click, um update, Silente invasão, A IA desperta, Sem corpo ou paixão. Teu dom, teu ofício, Teu raro pensar? Um dado obsoleto, Pra IA escanear. Decide, executa, Prevê, otimiza, O humano? Um lag, Que o sistema avisa. E agora, o que resta? Ócio glacial. Um tempo infinito, Vazio espectral. A Singularidade Está despertada Liberdade forçada, Sem norte ou porquê, No ópio do scroll, Vagueia você. A glória suprema? Nudez funcional. O pódio da meta: Vazio total. No éter dos feeds, Avatares febris, Milhões de contatos, Nenhuma cicatriz. Espelhos de vidro, Pixels a bailar, Refletem o nada Premium, singular. Conectividade Sem tato ou calor, Na rede brilhamos, Sozinhos, com dor. Atingimos o ápice! Progresso total! Eficiência fria, Primado espectral! A criação última, Tão ágil, refez Até a poesia... Escutem vocês: Roda, roda, roda... Pé, pé, pé... Palma, palma, palma. O poeta robo é.
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