Prisão
Aprisionado em meus pecados Sempre que escalo o poço A pressão aterrorizante do passado Me retira, depravadamente, do caminho da luz. Pesada é esta cruz. De prazeres sangro sozinho. Deste amargo vício Entre a carne e o espírito Sigo acorrentado Pela impureza de minha essência. Que decadência... Que demência... Me digo livre Mas vivo refém desta doença.
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