Claudemir Policarpo de Azevedo @Professorpolicarpo

ALEXANDRE (Poema-acróstico em homenagem à memória e ao infinito)

As vezes, a vida sopra forte demais, Leva consigo os bons — ou os maus. Em cada ausência nasce um novo olhar, Xilogravado no tempo, difícil apagar. Alcançam o céu como quem volta ao lar, Não como fim, mas recomeço no ar. Das cinzas lançadas ao fundo do mar, Renascem memórias que vêm nos tocar. E o amor, esse, nunca deixará de estar.

Comentários

Nenhum comentário ainda. Entre para ser o primeiro a comentar.