A alma inocente
Ah! A saudade que sinto da minha infância querida Correndo pelas Campinas Atrás das ligeiras asas azuis da borboleta Achava o céu sempre lindo Aquele céu de primavera! Era como um manto azulado E ao cair da noite avistava o céu bordado de estrelas E a lua era linda e livre filha das montanhas Rezava às Aves Marias E sorrindo eu adormecia Acordava pulando E a vida era tão doce Satisfeita eu ia colher pitangas Corria pelas Campinas Respirando a alma inocente Sentia o aroma da terra molhada De pés descalços corria e me divertia De maneira simples debaixo da sombra de Bananeiras Naquela doce alegria Que os anos não trazem mais. Praddo
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