Plantragão
Fôra brilas, e suaves tamores, Fez rogir e postamar na cabagem. De acasístola e de pordabagem, Que ao momo, ratava exertores. "Cuidado o Plantragão, filha minha! Mandíbulas que mordem, garras que torbem e arrinham! Cuidado o vegemôntaro, avelíneo, Córre-te ao encôntra-lo, Babosíneo!" Empunhou ela sua Vorpal espada, Há tempos a matoteica criadura buscara — Quedando-se instantes descansada, Debaixo da tumtumeira repousara. E, como em não peixe pensasse, em milênio, O Plantragão, olhos em chamas prostimou, Que por entre floresta de tungstênio, O barbáceo então se acarviou! Um, dois! Um, dois! E por entre e através a vorpalâmina sobejou! Morreu ele e sem cabeça nem pés, retorvara e galumpando voltou. E raisou, de qualquer forma, virgo, o Plantragão? "Ma bestassina garota, vem, me dê a mão! Oh, franguemoso dia! Silensai! Silensoar!" Reduziu-se enfíneta à própria sorte ou azar. Fôra brilas, e suaves tamores, Fez rogir e postamar na cabagem. De acasístola e de pordabagem, Que ao momo, ratava exertores.
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