Vivo Porém Corrompido
Como pude... Como pude? De mim tanto entregar, de me corromper para comigo. De tanto que me esforcei para desfrutar do doce néctar da paz, por minhas personalidades, objetivos e responsabilidades, de mim preenchem o interior já em repugno e declínio. Já se esgota minha respiração em um mar de problemas, aptos a me rodear, Meu CRÂNIO... MEU CRÂNIO! Começa a rachar! Em pedaços quase se parte. Meu peito dói! Esmagado pela pressão que em mim se prende. Meus órgão se esmagam, meus ossos se quebram! Meus pensamentos se perdem. Apesar de tudo estou inteiro? Estou morrendo? Já morri? Acordado ou sonhando? Consciente ou perdido? Seguro ou em perigo? Vivo Porém morto, humano, porém Corrompido.
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