O Poeta Perdido Em Seu Cosmos.
Está sem Deus, Deusas e Deuses. Não há quem o console Nesse imenso Espaço Tempo. Negra, É a matéria que o compõe. Sem luz, Sem estrelas, Sem planetas, Sem vidas. Rasgado e quebrado É como ele se encontra agora. O modo com a qual ele vivia, Não existe mais. Talvez ele esteja no limbo Onde ele, Não pode olhar para trás. Ele clama para ser lembrado Por ele mesmo. Ele pede para retornar ou criar Um novo universo dentro de si. Ele, o universo Já não é transcendente ao cosmos Mas se ele é o cosmos, Como poderia ser transcendente a si mesmo? Se o universo é o próprio ser Que escreve essa poesia, Esse ser poeta Está friamente perdido Dentro de seu Eu Universo Esquecido. - Thomas, o esquecido. - XV/III/XXI
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