Bela
Ó, grades tão limpas da ferrugem; Caiam da terra a qual não pertencem! Ó, mentes que não se punem; Tornem seus brilhantes em dementes! Sabedoria que fluía de livros; Como nuvens pelo céu. O futuro, antigos amigos, Refletia de um tom pastel. Ah! Quem me permitiu adentrar; Os portões de minha perdição? Vejo meu sangue já a pingar; Nas ruas que cantavam salvação! E prédios, salas, um dia brilhantes ; Borbulhavam de estudantes. Tal era o ar, nunca escuro, De carbono ele era puro. Ó, línguas que falavam "Amada" ; Percam seu entendimento! Ó, olhos buscando uma Alvorada; Sintam o calor de Vênus! Lástima da estrela da manhã. -Nora H.
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