Sutil
Ao acordar, sinto o vento batendo na janela. Na mesa, o pão caseiro e o doce de leite te aguardam. O vento adentra pela porta e janela, sempre sutil, mas sempre presente. Naquele momento, tudo está ali: a conversa na mesa, o celular ao lado, a xícara posta, esperando a sutileza da água quente para o chá mate ser feito. E assim, entre o vento e o silêncio, a manhã se desdobra, sutil e infinita. . Martinez
Ricardo Ferreira Guedes
belíssimo poema .