Drama do coração
Na minha conservadora cabeça, construí castelos sobre a areia. No ápice da ingenuidade, andei sonhando alto... jurando viver uma verdade beirando o rancoroso mar. Nessa maré que tudo leva, sinto que estou a me afogar. Meu coração não sabe se habituar a só ter o vazio para amar. Então absinto a desilusão de tentar me entregar... embebedando-me da amargura da solidão que o mar não se cansa de soprar. Arwen
Gabriel Reinaldo
belo poema!
Arwen
Obrigada !!!!
Declan
lindo texto.. brindemos a solidão poetisa, afinal tornou-se ela objeto de nossas linhas..
Arwen
Muito obrigada! Gostei muito do seu comentário. Escrever é o nosso jeito de dar um sentido para essa solidão e transformá-la em algo bonito.