Lives Black matter : Vidas Negras Importam
Em meio uma Pandemia Um corpo assassinado vira assunto de jornal Atos Foucaltianos Eu falo aqui de Suplício Se exterminam inocentes Com as mãos policial Em meio uma Pandemia, A minha pele segue em marcha Sai de dentro da perifa Todos em rumo à Central - Corpo - de - cor - Foi tombado pelo Estado Estado Nazifascista Por uma plano Capital Chega! Não aguento mais A minha carne não vai cair pelos seus ideais Chega! Não aguento mais A minha voz ecoará o mundo Enquanto houver truculências policiais Eu grito, Dê um Basta! A cor da minha pele Não pode ser suprimida por causa de um genocida que está no poder Com os meus irmãos, marcho unificada Vou denunciar tudo que está a acontecer De Punhos cerrados Com a Espinha Ereta Seguiremos às ruas Vamos derrubar você! Pelo sangue de Ágatha Pelo de Marielle e por todos àqueles que não passaram na Tv A cor da minha pele, A pele que traz minha cor A cor da minha pele A pele de minha cor A cor da minha pele Que o Estado assassinou A cor da minha pele não pode te causar pavor A cor da minha pele Destronada Desraizada Quando Navio Negreiro aqui aportou A cor da minha pele A pele de minha cor Não vai pedir clemência! Seguiremos firmes, Unidos todos pela nossa existência! A cor ressurge O gigante acorda Unifica A rua grita Contra o Estado Eugenista que você implantou Chega! Há cor! Somos de cor! Então, tenha respeito pelo sangue do Ancestral que VOCÊ já jorrou Há cor! Somos de cor! Então, tenha respeito Pelo mais novo que você já matou Há cor! Somos de cor! E a Minha marcha, é Afrodiaspórica! Vidas Negras Importam. Miranda, Talita.
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