A tímida permanência
Em aplausos irónicos entre os desvios da alegria a solidão se encomendava na coração de quem lacrimejara Errava o que os espertos acertavam Sentia oculta dor mostrando-vós que nada se passava os olhos ralhavam a face de quem julgara Desenvolveu-se a vergonha o silêncio não de falar mas de esconder o que tem pra mostrar foi quando descobri que no meio deles não da pra ficar comecei então a me separar e a esconder a naturalidade de viver E comecei a viver no fingimento e ao meu passado tudo escrever A mim permaneceu a timidez e aos olhos de quem olha choram os sorrisos que passei mas...riem as lágrimas que derramei
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